terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Nós e o A....

O António a meio da tarde mandou mensagem se podíamos ir ter com ele a um café em Sintra para conversarmos, o Pai admitiu ir ter com ele, quando viemos embora do cliente do Pai pelas 18h, ao Cascais shopping e encontrámos nos lá pelas 18h40. 

O António continua muito ressentido com a Filipa e tive que admitir que é sempre ela que começa as discussões e ele, como lhe disse, continua ressentido com ela por ter saído de casa, o que ele não admitiu. 
Pela 1ª vez disse que eu entrei em depressão quando a Filipa saiu de casa (não sabia que tinha sido tão evidente, tentei de tudo para que os rapazes não se apercebessem).
Disse que tinha que pedir desculpas à Alexia por ter gritado com ela e eu disse que pedia quando ela pedir desculpa por ter faltado ao respeito ao Pai. 
Também lhe disse o que a Erica escreveu sobre a nossa família nas mensagens que mandou à Filipa e ele disse que ia falar com ela sobre o que não achava bem, o que eu duvido. 

O Pai abandonou a mesa a meio da conversa, eu fiquei com ele até às 20h30 mais ou menos, mais tarde mandou mensagem e estive a trocar mensagens com ele nas quais ele chega a afirmar que quer arranjar emprego e eu faço-lhe ver que só faltam 4/5 meses para acabar a Faculdade e envio-lhe dinheiro para a gasolina. 

A Alexia não vai vir cá a casa tão depressa mas o que me interessa é ele, ela não me faz falta, a única coisa que lamento é ele vir menos a casa... 

  

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